Uma pequena parte do mundo que há em minha mente
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Talvez seja tarde demais para nós dois... Só talvez
Desde pequenos aprendemos a amar e criamos em nossas mentes a visão de que um dia chegará um príncipe encantado ou uma princesa que nos despertará o mais puro sentimento de todos. Então, nós seremos capazes de nos jogar na frente de um trem, como diria Bruno Mars, só pra salvar a vida dessa pessoa. Mas deixa eu te falar uma coisa? Esse amor está mais próximo de você do que imagina. Na verdade, o amor da sua vida, aquele que você lê em livros e em filmes, aquele que parece que não há um casal, mas a união de duas pessoas em um só corpo e aquele em que você não consegue parar de pensar na pessoa durante o dia, ele existe e se chama amor próprio. Talvez o problema dos seus relacionamentos não seja o destino, o outro ou apenas o signo que não bate, mas você. Sabe por que? Porque, no fundo, todo aquele clichê de que é preciso primeiro amar a si mesmo para conseguir amar o outro é verdade. Você tem que ser inteira pra conseguir amar, porque, por mais que metades se completem, elas continuam sendo apenas metades e não são capazes de viverem sozinhas. Logo, talvez correr atrás de um relacionamento que você quer agora não seja a melhor escolha. Aprenda a se completar para poder amar. Ou talvez, só não está dando certo por que o príncipe encantado ou a princesa, mesmo que não existam no sentido de origem dos termos, ainda não tiveram o prazer de te conhecer.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Por que não podemos viver em nossas mentes?
Hoje, ao acordar, pensei: desde quando estou vivendo pelos outros e realizando as coisas apenas em piloto automático? Sentei na cama e tentei pensar em uma só coisa que me desse força para levantar dela e continuar a fazer as mesmas ações novamente: trocar de roupa, comer, ir à escola, ser oprimido socialmente para socializar e passar em uma universidade no final do ano, bem como ouvir comentários opressores, voltar para casa, fazer minhas tarefas e, só então, deitar em minha cama e poder imaginar como seria o meu mundo ideal. Nessa última parte, todo o dia seria compensado, as forças seriam resgatadas juntamente com a minha alma e logo o sono me envolveria.
Foi nesse instante, pois, que percebi. Do que seria o meu mundo imaginário repleto de poesia, música, alegria e paz se não houvesse o mundo real para poder criá-lo? E do que seria o mundo real sem o meu próprio mundo para criar esperanças de um futuro melhor e agir para que isso seja possível?
Portanto, levantei-me!
Foi nesse instante, pois, que percebi. Do que seria o meu mundo imaginário repleto de poesia, música, alegria e paz se não houvesse o mundo real para poder criá-lo? E do que seria o mundo real sem o meu próprio mundo para criar esperanças de um futuro melhor e agir para que isso seja possível?
Portanto, levantei-me!
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